O adulto em que sonhei ser, a criança que um dia fui
- Revista Só Letrando

- 14 de ago. de 2024
- 1 min de leitura
Por Louise Teixeira Diório
Este artigo tem o intuito de refletir sobre a publicação de biografias para crianças e a presença do respectivo gênero dentro da literatura infantil e da forma que lemos um texto. Afinal, como biografia para crianças pode fazê-las sonhar? Quais os limites para escrever a história de uma figura real sem cair na glamourização da vida? Como escrever um texto biográfico breve, com poucas páginas e bastante ilustração, prezando pelo aprofundamento narrativo? Ou o que é mais superficial tem maior espaço nesse caso? O objeto de análise é a obra “Gente pequena, Grandes sonhos: Ayrton Senna”, da escritora María Isabel Sanchez Vegara, e referencial teórico de apoio com base em Lajolo (2021) e Lima (2009).
Artigo completo em: https://docs.google.com/document/d/1lGs_o8Hlh_aH8ZPoiiOXG7fLA8gUSs4Z/edit?usp=sharing&ouid=112396209565689913411&rtpof=true&sd=true




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