Gabriela 17 e 18/06/2019
- Revista Só Letrando

- 14 de ago. de 2024
- 1 min de leitura
Por Ana Elisa Nicolau Milesi
De todas as crianças que conheci,
as maiores e as nenéns,
criança mais bela não vi,
não existe, não tem!
Desde o dia de seu nascimento
grande era o encantamento,
daqueles que conheciam
e em seus colos a acolhiam.
Pequena criança,
de pele alva como a neve,
cabelinhos castanhos,
olhinhos verdes como ninguém jamais teve.
Mas da mesma forma que foi grande a alegria
e imenso o amor,
espantosa foi a agonia
e indescritível a dor!
Ao saber que tão pura criança,
que há apenas 5 meses vivia,
adoentada estava.
Estava com leucemia.
No sábado descobriram
Toda a situação,
pra si mesmos fingiram,
de tão apertado o coração!
Na segunda-feira a tristeza
e uma grande depressão,
da pequena Gabriela
parou o coração.
Decretada foi a morte
e virada a vigília.
oh, quão triste foi a sorte,
da tão jovem família!
11 anos se passaram
desta triste história.
A família superou,
porém, guarda a memória.
Das doces risadas
e das coisas dela,
da sua amável presença.
Saudade da Gabriela!
E com o passar dos anos,
finalmente sã,
escreveu este texto,
sua querida irmã.
Poema em homenagem a minha querida irmã, Gabriela Nicolau Milesi. 15/06/2013-18/11/2013.




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