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A presença insólita da memória em “A janela”, de Lygia Fagundes Telles

  • Foto do escritor: Revista Só Letrando
    Revista Só Letrando
  • 18 de fev. de 2025
  • 1 min de leitura

Por Carla Patrícia Felix da Silva



A década de 1970 foi um período de consagração para a autora Lygia Fagundes Telles. Seus livros Antes do baile verde, As meninas e Seminário dos ratos receberam diversas premiações relevantes para a literatura brasileira. Na década de 1980, não foi diferente. Além de um prêmio Jabuti pela obra A disciplina do amor, a escritora entrou para a Academia Paulista de Letras, tornou-se a terceira mulher na Academia Brasileira de Letras e foi, também, eleita para a Academia das Ciências de Lisboa. Nas décadas seguintes, Lygia Fagundes Telles ganhou o Prêmio Camões e foi indicada para o prêmio Nobel de Literatura.


O conto que trataremos aqui, “A janela”, está presente na obra Antes do baile verde, mas foi anteriormente publicado em O jardim selvagem, de 1965. É narrada a história de um homem que encontra uma mulher. Nesse encontro, ele narra o motivo de sua presença no local: precisava apreciar a janela presente no quarto que estava vinculada a um passado no qual o seu filho está presente.


Confira o texto completo no link a seguir:


 
 
 

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